sábado, 28 de maio de 2011

Três quintos lugares no primeiro dia de disputa do GS de Moscou

    
 
 
 
Os judocas brasileiros Felipe Kitadai (60kg), Leandro Cunha (66kg) e Sarah Menezes (48kg) terminaram na quinta colocação no primeiro dia de disputa do Grand Slam de Moscou, etapa do Circuito Mundial da Federação Internacional de Judô e evento que conta pontos para o ranking olímpico para os Jogos de Londres 2012. Com o resultado, os atletas faturaram mais 60 pontos na lista. Neste dominigo competem Mayra Aguiar (78kg), Hugo Pessanha (90kg), Daniel Hernandes (+100kg) e Rafael Silva (+100kg).

Fonte: confederação brasileira de judô.


                        

terça-feira, 24 de maio de 2011

                                IV Copa Nacional GARASSU de Judô

Leandro Guilheiro desfalca o Brasil no Grand Slam de Moscou.


O medalhista olímpico Leandro Guilheiro (81kg) sofreu na noite desta segunda-feira (23) uma contratura na região lombar das costas, durante treino no Esporte Clube Pinheiros, em São Paulo. Por conta da lesão, o atleta está cortado do grupo que embarca nesta terça-feira para a Rússia. Segundo a Comissão Técnica da Confederação Brasileira de Judô, a lesão não é grave e não compromete os demais compromissos do judoca para a temporada, como o Grand Slam do Rio de Janeiro e a Copa do Mundo de São Paulo, ambos no mês de junho. O Brasil disputa no fim de semana o Grand Slam de Moscou, etapa do Circuito Mundial da Federação Internacional de Judô e evento que conta pontos para o ranqueamento olímpico dos Jogos de Londres 2012.

Fonte: confederação brasileira de judô

Seleção embarca nesta terça-feira para o Grand Slam de Moscou

 
 

A seleção brasileira de judô embarca nesta terça-feira (24) para a Rússia, onde disputa neste fim de senana (28 e 29), o Grand Slam de Moscou, etapa do Circuito Mundial da Federação Internacional de Judô e que conta pontos para o ranking olímpico de Londres 2012.

O Brasil será representado no evento por Sarah Menezes (48kg), Erika Miranda (52kg), Rafaela Silva (57kg), Mayra Aguiar (78kg), Felipe Kitadai (60kg), Leandro Cunha (66kg), Leandro Guilheiro (81kg), Hugo Pessanha (90kg), Daniel Hernandes (+100kg) e Rafael Silva (+100kg). No Grand Slam de Moscou, a medalha de ouro conta 300 pontos no ranking, enquanto a prata 180 e o bronze 120, valendo 100% para a corrida pelas vagas olímpicas. Segundo o critério da FIJ, os 22 homens e as 14 mulheres mais bem colocadas na lista garantem presença em Londres.

Bronze no Grand Slam de Paris deste ano, a judoca Sarah Menezes está motivada para competir e, principalmente, treinar em Moscou.

"Gosto de lutar eventos como os grand slams, onde, na seqüência, participamos de um treinamento de campo internacional. Isto é fundamental para ganhar ritmo para a temporada que está por vir. O caminho até as Olimpíadas de Londres passará por muitos torneios de alto nível", diz Sarah Menezes, quarta colocada no ranking olímpico e mundial.




Fonte: confederação brasileira de judo

sábado, 21 de maio de 2011

Judô e epilepsia, por Douglas Vieira.


 
 

Douglas Vieira, vice-campeão olímpico em Los Angeles 1984 e técnico da seleção Sub 20 feminina, obteve um 2009 o título de mestre com a tese "Conhecimento sobre epilepsia entre estudantes de educação física na cidade de São Paulo. O programa de mestrado foi feito em Neurologia/Neurociências da Universidade Federação de São Paulo, Escola Paulista de Medicina, com a orientação do Professor Doutor Ricardo Mario Arida e coorientado pelo Professor Doutor Fulvio Alexandre Scorza.

Confira abaixo o texto publicado no Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology

Efeitos Benéficos do Exercício Físico nas Epilepsias:
O Judô faz parte deste contexto?

RESUMO
Introdução: Pessoas com epilepsia tem sido constantemente desaconselhadas a participarem de atividades
físicas ou esportivas por receio do exercício provocar crises epilépticas. Apesar da atitude médica atual recomendando a participação em atividades esportivas, o estigma ainda persiste e as pessoas com epilepsia
continuam menos ativas que a população em geral. Objetivos: Neste sentido, vários estudos clínicos e experimentais têm demonstrado um efeito benéfico do exercício físico na epilepsia. O judô é um esporte tradicional e popular e pessoas com epilepsia freqüentemente perguntam aos médicos se podem participar deste
tipo de esporte. Conclusão: Baseado nestas questões, este artigo de revisão propõe avaliar os riscos e benefícios
da atividade física em pessoas com epilepsia e discutir o papel do judô neste contexto. Unitermos: epilepsia, atividade física, crises epilépticas, judô.

1 EPILEPSIAS: ASPECTOS GERAIS
O termo epilepsia refere-se a um distúrbio da atividade cerebral caracterizada pela ocorrência periódica e espontânea de crises epilépticas, decorrentes da descarga excessiva e sincronizada da rede neuronal, acompanhada
de manifestações comportamentais.1,2 Essas crises podem surgir espontaneamente ou ser desencadeadas por situações como: febre, distúrbio eletrolítico, intoxicação, doenças degenerativas e alterações vasculares.3 A epilepsia não é, portanto, uma doença específica ou uma única síndrome, ela representa um grupo complexo de distúrbios decorrentes de funções cerebrais alteradas que podem ser secundárias a um grande número de processos patológicos. 4 Acredita-se que dos novos casos de epilepsia a cada ano, 30-40% dos pacientes serão refratários às atuais terapias farmacológicas e conseqüentemente, apresentarão crises epilépticas recorrentes pelo resto de suas vidas.5 Estudos de prevalência e incidência das epilepsias encontrados na literatura apresentam índices com grande variabilidade. Valores de prevalência entre 0,9 e 57 casos/1.000 habitantes e de incidência entre 26 e 190 casos/100.000 habitantes têm sido descritos. No entanto, essas variações podem ser resultantes de características metodológicas diversas, tais como: utilização de diferentes critérios diagnósticos, de classificação, de diferentes métodos de seleção de casos e definições das epilepsias.1,6,7 No Brasil, um estudo recente demonstrou que a prevalência das epilepsias é de 5,4 por 1.000 habitantes.8 A alta incidência das epilepsias nos países em desenvolvimento é decorrente da deficiente assistência pré-natal e maternal, alto índice de prematuridade, desnutrição, traumas durante o parto, convulsões febris da infância e de infecções, particularmente as decorrentes de parasitismo.1 Além disso, a alta incidência e prevalência das epilepsias provocam repercussões nos aspectos socioeconômicos, na medida em que aumentam os custos econômicos diretos (provenientes dos gastos médicos, drogas e hospitalizações) e indiretos da doença (prejuízo econômico por desemprego, licença médica constante ou morte prematura).9 Dentre todos os tipos de epilepsias, os dados epidemiológicos mostram que a forma mais comum é a epilepsia do lobo temporal (ELT), que ocorre em cerca de 40% de todos os casos de epilepsias, sendo a forma mais comum nos adultos.1,7,10,11 A epilepsia do lobo temporal mesial (ELTM) corresponde a 60% dos casos de ELT.12,13 Dessa forma, pode ser considerado um problema clínico devido a alta prevalência e ao elevado número de pacientes com crises epilépticas refratárias ao tratamento farmacológico.14

2 EPILEPSIA E ATIVIDADE FÍSICA
Apesar do efeito favorável da atividade física sobre a saúde ser inquestionável, programas de exercício físico para
indivíduos com epilepsia é ainda assunto de controvérsia.15 Uma atitude superprotetora em relação às pessoas com epilepsia normalmente evita sua participação em atividades esportivas. Esta relutância dos indivíduos com epilepsia e de seus familiares é devida, em parte, pelo medo de que o exercício poderá causar crises16 ou pelo receio de ocorrência de lesões durante o exercício.17 Dessa forma, a principal preocupação das pessoas com epilepsia em relação ao exercício físico resume-se na possibilidade deste atuar como fator indutor de crises ou aumentar a freqüência das mesmas após o início de um programa de treinamento físico. As crises podem ocorrer durante o exercício, no entanto, com uma freqüência bastante reduzida ou em casos específicos.18-21
Nesse sentido, indivíduos com epilepsia podem ter os mesmos benefícios de um programa de treinamento físico
que qualquer outra pessoa: aumento da capacidade aeróbia máxima, aumento da capacidade de trabalho, freqüência cardíaca reduzida para um mesmo nível de esforço, redução de peso com redução de gordura corporal e aumento da auto-estima.20

3 POSSÍVEIS EFEITOS BENÉFICOS DO EXERCÍCIO FÍSICO SOBRE AS CRISES EPILÉPTICAS
Alguns estudos têm sugerido que o exercício aumenta o limiar de crises epilépticas, conferindo um efeito protetor
aos pacientes com epilepsia. Paralelamente, outros experimentos têm demonstrado que o exercício físico é capaz
de reduzir a atividade epiléptica no EEG(22,23). Dessa forma, tem-se observado que tais indivíduos estão propensos a apresentarem menos crises quando estão ativamente ocupados e que poucas crises ocorrem durante a atividade mental e física quando comparadas com períodos de repouso. Durante o exercício físico, um fator não quantificável poderia também reduzir a freqüência ou a indução de crises: o limiar de vigilância. Alerta e vigilância são fatores que podem prevenir crises. Toda atividade física necessita de uma certa quantidade de alerta. Este fator tem sido justificado como possível contribuinte em evitar crises durante o exercício.23 De fato, Lennox24 (1941) sabiamente relatou: “a atividade física e mental parecem ser antagonistas das crises. A epilepsia prefere atacar quando o paciente está desprevenido, em repouso ou dormindo”. Além disso, o exercício físico também pode reduzir a ansiedade e outras reações de estresse, simplesmente pela distração proporcionada. No entanto, algumas evidências atribuem estas reduções (estresse e ansiedade) ao metabolismo das monoaminas e/ou liberação de endorfinas.25 Obviamente, a associação entre exercício e sensação de bem-estar tem sido freqüentemente atribuída ao aumento de β-endorfinas no SNC e de forma muito interessante, este aumento de β-endorfinas pelo exercício físico tem sido também sugerida em atuar como anticonvulsivante.26

4 POSSÍVEIS FATORES DESENCADEANTES DE CRISES EPILÉPTICAS DURANTE O EXERCÍCIO FÍSICO
Alguns fatores são presumidos em influenciar ou provocar crises durante atividades esportivas ou exercício físico,
apesar desta relação ser meramente especulativa: a) Estresse: O estresse físico e mental são geralmente
aceitos como fatores precipitantes de crises.27 Em esportes de competição, o fator estresse pode induzir crises em pacientes sensíveis ao mesmo.28,29 b) Fadiga: Apenas alguns relatos demonstram a fadiga
física como fator indutor de crises.30,31 c) Hipóxia: A hipóxia não ocorre durante atividades esportivas
normais. No entanto, poderá ocorrer em atividades como o alpinismo, esqui ou em altas altitudes (2000 m).28,32
d) Hiperhidratação: A hiperhidratação resultante de uma grande ingestão de água ou de uma extrema perda de
sódio é um fator conhecido e capaz de provocar crises epilépticas. 33 A hiperhidratação pode ocorrer durante exercício físico prolongado como em corrida de maratona e triatlon. Alguns estudos demonstraram que uma superingestão de líquidos isotônicos ou hipotônicos podem levar a hiponatremia.34,35 Entretanto, a perda de água (desidratação) pode ter um efeito protetor em relação à ocorrência de crises.30 e) Hipertermia: Existem relatos de que o exercício prolongado (maratona, triatlon) em altas temperaturas (hipertermia) e sob condições de alta umidade podem aumentar o risco de crises epilépticas.36,37 f) Hipoglicemia: A hipoglicemia é uma ocorrência
comum durante o exercício muscular prolongado em indivíduos saudáveis. A depleção das reservas de glicogênio
muscular ocorre por volta de 90 minutos após o início de um exercício aeróbio (60% VO2máx), com conseqüente produção inadequada de glicose em relação a sua demanda. Em alguns casos, tem-se registrado que a hipoglicemia induzida por corrida de maratona foi capaz de provocar crises epilépticas.38
g) Hiperventilação: O fato de que a hiperventilação pode provocar descargas epilépticas no EEG e crises, especialmente do tipo ausência, tem levado alguns pesquisadores a supor, erroneamente, que a ventilação aumentada que ocorre durante o exercício seja capaz de provocar o mesmo efeito. Entretanto, a ventilação aumentada durante a atividade física é um mecanismo homeostático para manter a demanda de oxigênio aumentada e a alcalose observada durante a hiperventilação não ocorre.39

5 ESPORTES/ATIVIDADES FÍSICAS QUE PODEM SER PRATICADOSPOR INDIVÍDUOS COM EPILEPSIA
Para muitos esportes, o risco na sua participação por indivíduos com epilepsia não é documentado. Sendo assim
é necessário ter cautela na indicação ou contra-indicação da atividade esportiva para pessoas com epilepsia.
Alguns autores consideram que quase todas as atividades esportivas são adequadas para indivíduos com epilepsia que apresentam de 1 a 2 crises por ano. Entretanto, as principais organizações médicas como a Academia Americana de Pediatria e a Associação Médica Americana têm alterado seus conceitos em relação a participação de esportes de uma forma muito mais liberal.40,41 Apesar disso, é importante salientar que cada indivíduo deve ser avaliado e considerado separadamente. As Tabelas 1 e 2 mostram, respectivamente, os esportes contra-indicados e com algumas restrições para pessoas com epilepsia.42

Tabela 1. Esportes contra-indicados para pessoas com epilepsia
• Pára-quedismo
• Mergulho
• Boxe
• Alpinismo
• Motociclismo
• Aviação

Tabela 2. Esportes com algumas restrições para pessoas com epilepsia
• Natação
• Canoagem
• Ciclismo
• Esqui aquático
• Windsurfe
• Esportes de contato? (futebol, volibol, basquetebol, etc..)
• Outros

6 ESTUDOS QUE ANALISAM O EFEITO DO EXERCÍCIO FÍSICO SOBRE AS CRISES EPILÉPTICAS
A principal preocupação dos pacientes com epilepsia em relação ao exercício físico se deve ao fato deste atuar
como um possível fator indutor de crises ou ser capaz de aumentar a freqüência de crises epilépticas após o início
de um programa de exercícios físicos. Seguindo essa linha de raciocínio, estudos com seres humanos tem demonstrado diversos efeitos positivos da prática de exercício físico em indivíduos com epilepsia. Nakken et al.20 (1990) não notaram diferenças significativas na freqüência de crises antes, durante e após um período de 4 semanas de exercício físico, porém variações individuais foram observadas. Segundo os autores, as crises ocorreram durante os períodos de repouso, após ou entre as sessões de exercícios. Em 1978, Livingston43 não registrou nenhum caso de crise epiléptica durante a prática de atividade física em 15000 jovens com epilepsia avaliados por um período de 36 anos. Em outro estudo, Kuijer23 (1980) observou pequenas alterações epileptiformes no EEG durante o exercício, mas um marcado aumento nestas anormalidades pós-exercício. Além disso, alguns estudos sugerem que o exercício físico exaustivo pode induzir crises epilépticas somente em casos raros.19 Uma normalização do EEG tem sido demonstrada após a realização de exercícios de curta duração que levam a exaustão (exercício anaeróbio).22,44 Nakken et al.20 (1990) mediram VO2máx de 11 pacientes com epilepsia para confirmar a validade do teste ergométrico em bicicleta e não registraram crises epilépticas durante esta atividade intensa. Isto poderia ser justificado pelo fato de que a atividade de curta duração e alta intensidade aumenta os níveis de lactato sangüíneo provocando uma acidose metabólica. Paralelamente, Gotze et al.22 (1967) sugeriram que a atividade epileptiforme reduzida durante o exercício poderia ser causada por um aumento na concentração de GABA como conseqüência da acidose metabólica. Resultados similares foram também encontrados por Esquivel et al.39 (1991), que estudaram a relação entre exercício físico e hiperventilação, demonstrando que quanto mais baixo o pH, menor a ocorrência de crises de ausência. A partir destas informações, nosso grupo de pesquisa da UNIFESP desenvolveu uma série de estudos experimentais com o intuito de tentar esclarecer com maior exatidão a relação entre atividade física e as epilepsias. Através de dois modelos experimentais de epilepsia do lobo temporal: o modelo do abrasamento (kindling) e o modelo da pilocarpina, Arida e colaboradores (45,46) demonstraram que o programa de treinamento físico aeróbio exerceu uma  influência positiva em animais com epilepsia. A partir daí, estudos eletrofisiológicos, imunohistoquímicos e metabólicos foram realizados e esclareceram alguns possíveis mecanismos envolvidos nesse processo.47-49

7 JUDÔ E AS EPILEPSIAS
O Judô teve sua origem quando o Professor Jigoro Kano procurou sistematizar as técnicas de uma arte marcial
japonesa, conhecida como Jujitsu, fundamentando sua prática em princípios filosóficos bem definidos, a fim de
torná-la um meio eficaz para o aprimoramento do físico, do intelecto e do caráter, num processo de aperfeiçoamento do ser humano.50,51 Nesse sentido, Jigoro Kano, um jovem de físico franzino, graduado em filosofia pela Universidade Imperial de Tóquio, observou que suas técnicas poderiam ter valor educativo na preparação dos jovens, oferecendo a eles a oportunidade de aprimoramento do seu autodomínio para superar a própria limitação.50,51 Assim, o Professor Kano aprofundou seus estudos, pesquisando e analisando as técnicas conhecidas; organizando-as de forma a constituir um sistema adequado aos métodos educacionais, como uma disciplina de educação física, evitando as ações que pudessem ser lesivas ou prejudiciais à sua prática por qualquer indivíduo leigo.50,51 Com esse intuito, em 1882 fundou sua própria escola, denominada de JUDÔ KODOKAN, destinada à formação e preparação integral do homem através das atividades físicas de luta corporal e do aperfeiçoamento moral, sustentada pelos princípios filosóficos e exaltação do caráter.50,51 Jigoro Kano transformou a arte marcial do antigo Jujitsu no Judô, isto é, caminho da suavidade (Ju = suavidade; dô = caminho), em que através do treinamento dos métodos de ataque e defesa pode-se adquirir qualidades mais favoráveis à vida do homem sob três aspectos: condicionamento físico, espírito de luta e atitude moral autêntica. 50,51 A primeira qualidade, condição física, é obtida pela prática do esporte que exige esforço físico de forma ordenada e metódica para proporcionar um corpo forte e saudável, pois todas as funções corporais tornam-se melhor adaptadas pela atividade que promove aumento de força muscular geral, da resistência, da coordenação, da agilidade e do equilíbrio.50,51 A segunda qualidade, espírito de luta significa que, pela prática das técnicas do judô e pela incorporação dos princípios filosóficos durante os treinamentos, o indivíduo se torna mentalmente condicionado a proteger seu próprio corpo em circunstâncias difíceis, defendendo-se quando ameaçado perigosamente, adquirindo com isso, autoconfiança e autocontrole, não para fugir do perigo, mas para adotar medidas e iniciativas de defesa em qualquer situação.50,51 Por último, a atitude moral autêntica é concebida através da seriedade e rigor do treinamento, que induz a humildade social, a perseverança, a tolerância, a cooperação, a generosidade, o respeito, a coragem, a compostura e a cortesia, formando e lapidando os  verdadeiros caracteres morais do ser humano.50,51 Além disso, uma questão de extrema importância também
foi criteriosamente estudada e desenvolvida por Jigoro Kano. Quando na preparação para o lançamento do seu
estilo de luta, o Professor Kano deu especial atenção para a integridade física do atleta. Dentro de seu ideal de luta
esportiva, Kano procurou eliminar as técnicas perigosas e na impossibilidade de eliminar as quedas, conseqüência
natural dos golpes de arremesso, aperfeiçoou técnicas que praticamente anulam as possibilidades de acidentes.51 A prática do ukemi (quedas ou formas de cair ou de ser projetado) proporciona aos judocas um excelente senso de
equilíbrio e proteção, mesmo para uma queda fora do tatame que, por pior que seja, terá seus efeitos diminuídos
ou anulados.51 Assim, principalmente no início de suas atividades judoísticas, o aluno deve ser muito bem preparado nas técnicas de quedas e rolamentos e mesmo após um grau avançado de prática e conhecimento, deve continuar a ser o ukemi uma preocupação constante para o judoca (51). Dessa forma, os mestres nos ensinam que os judocas devem ter duas preocupações quando efetuam quedas: oferecer uma maior área possível para o impacto e efetuar o batimento de mãos e braços, emitindo uma ontra-onda de choque que irá, no mínimo, atenuar o choque produzido pela batida corporal contra o tatame.51 A partir das informações apresentadas até o momento,
seria pertinente elaborarmos o seguinte questionamento: Indivíduos com epilepsia podem praticar judô?
Até o momento, nenhum estudo na literatura abordou com exatidão a relação entre epilepsia e a prática de
judô. O judô é um esporte tradicional, popular e praticado por indivíduos de diferentes raças, origens, faixas etárias e classes sociais. Além disso, não é raro em nosso meio de atuação profissional sermos abordados pelos pacientes com epilepsia a respeito da possibilidade dos mesmos em praticarem algum tipo de esportes de contato, entre os quais o judô se inclui. Quando comparados com a população em geral, tem sido demonstrado que indivíduos com epilepsia são menos ativos, menos condicionados fisicamente e menos participativos em práticas esportivas.52 Por outro lado, McAuley et al.53 (2001) desenvolveram o primeiro estudo controlado e randomizado no qual avaliaram o efeito de um programa de atividade física com uma duração de 12 semanas em 14 pacientes com epilepsia. Os autores verificaram que o exercício moderado influenciou positivamente o comportamento dos pacientes e não apresentou impacto sobre a freqüência de crises dos mesmos, sugerindo que a prática de atividade física deve ser incentivada para os indivíduos com epilepsia. Da mesma forma, nosso grupo de pesquisa avaliou os hábitos esportivos de 100 pacientes com epilepsia e constatou que, apesar dos indivíduos com epilepsia não praticarem atividade física regularmente, a grande maioria acredita que a atividade física influencia positivamente o tratamento da epilepsia.54 Além disso, salientamos que entre as modalidades esportivas praticadas com maior freqüência pelos indivíduos com epilepsia destaca-se o futebol (n = 25), a natação (n = 18), a ginástica (n = 18), o vôlei (n = 17) e a bicicleta (n = 5). Dessa forma, acreditamos que os pacientes com epilepsia (com controle total de crises, com ou sem o uso de medicação antiepiléptica) devem ser encorajados pelos seus médicos neurologistas à prática do judô, pois além de poderem apresentar uma significativa melhora cognitiva, a prática deste esporte também poderá auxiliar favoravelmente o controle desta síndrome neurológica. A partir desses fatos, seria pertinente delinearmos um segundo questionamento: A prática do judô poderia desencadear crises epilépticas nos pacientes com epilepsia?
Retornando ao nosso estudo,54 vale a pena salientarmos que a maioria dos pacientes entrevistados (84%) nunca
apresentou crises epilépticas durante a prática de atividade física. Seguindo essa linha de raciocínio, um estudo
recente de Nakken et al.55 (2005) demonstrou que entre diversos pacientes com epilepsia analisados, 50% deles foram capazes de relatar fatores desencadeantes específicos de suas crises epilépticas, sendo o estresse emocional (21%) e a privação de sono (12%) os mais comumente relatados e com relação à atividade física, apenas 3% dos pacientes acreditavam que esta poderia de induzir crises epilépticas. Além disso, está bem documentado que a atividade epileptiforme interictal permanece inalterada ou até mesmo diminuída durante ou imediatamente após a prática de exercício físico, até mesmo em indivíduos que relataram a presença de crises epilépticas associadas à sua prática. 52 Nesse sentido, apesar do risco de ocorrência de crises epilépticas diminuir progressivamente em relação ao período de tempo sem crises,56 o médico neurologista deve sempre estar atento a todos esses fatos e quando possível e necessário alertar seus pacientes. Sendo assim, a prática do judô pode e deve ser inserida no contexto das modalidades esportivas liberadas para os indivíduos com epilepsia.

8 CONCLUSÃO
Pelo fato de se encontrar um efeito positivo nos estudos experimentais e clínicos que avaliaram o efeito do exercício físico nas epilepsias, a atividade física em geral não deve ser considerada um fator indutor de crises epilépticas. Além da discussão sobre a influência da atividade física na freqüência de crises, conhecendo que a atividade física proporciona efeitos benéficos tanto físicos quanto psicológicos em pessoas com epilepsia, parece justificável encorajar as pessoas com epilepsia a participarem de um programa de exercício físico regular, dentre os quais o judô se inclui. Obviamente que uma série de estudos ainda deve ser realizado com o intuito de esclarecer com maior exatidão a relação entre atividade física e epilepsia. No entanto, o médico neurologista deve sempre oferecer ao paciente as possibilidades existentes de tratamento e informálos de uma forma precisa, coerente e baseada na literatura médica atualizada sobre a possibilidade ou não da prática de atividade física. Finalmente, com relação ao judô, a decisão final deverá ocorrer após um consenso entre as partes envolvidas, isto é, o médico, o sensei (professor de judô), o paciente e seus familiares.

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41. American Medical Association Committee on the Medical Aspects of Sports. Epileptics and contact sports. JAMA. 1974; 229:820-1.
42. van Linschoten R, Backx FJG, Mulder OGM, Meinardi H. Epilepsy and Sports. Sports Med. 1990; 10(1):9-19.
43. Livingston S. Epilepsy and Sports. JAMA. 1978; 224:239.
44. Horyd W, Gryziak J, Niedzielska K, Zielinski JJ. Exercise effect on seizure discharges in epileptics. Neurol Neurochir Pol. 1981; 6:545-52.
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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Um mês para o Grand Slam do Rio de Janeiro .

 
 

Falta um mês para o início das lutas do Grand Slam do Rio de Janeiro, etapa do Circuito Mundial da Federação Internacional de Judô e evento que conta pontos para o ranking olímpico e mundial para as Olimpíadas de Londres 2012. Os principais judocas do mundo disputam o evento no ginásio no Maracanãzinho, nos dias 18 e 19 de junho. Na competição, a medalha de ouro vale 300 pontos no ranking, enquanto a prata 180 e o bronze 120, valendo 100% para a corrida pelas vagas olímpicas. Segundo o critério da FIJ, os 22 homens e as 14 mulheres mais bem colocadas na lista garantem presença em Londres.


Por ser país sede, o Brasil tem direito de participar com até quatro atletas por categoria no Grand Slam do Rio de Janeiro. A seleção brasileira terá os principais judocas em atividade no país, entre eles medalhistas olímpicos e mundiais. O Brasil será representado por Felipe Kitadai (60kg/SP), Breno Alves (60kg/SP), Diego Santos (60kg/RS), Daniel Moraes (60kg/MG), Leandro Cunha (66kg/SP), Luiz Revite (66kg/SP), Charles Chibana (66kg/SP), Alex Pombo (66kg/MG), Bruno Mendonça (73kg/SP), Moacir Jr (73kg/RS), Marcelo Contini (73kg/SP), João Derly (73kg/RS), Leandro Guilheiro (81kg/SP), Flávio Canto (81kg/RJ), Nacif Elias (81kg/MG), Felipe Costa (81kg/SP), Hugo Pessanha (90kg/MG), Tiago Camilo (90kg/SP), Bruno Cunha (90kg/RJ), Luciano Corrêa (100kg/MG), Leonardo Leite (100kg/RJ), Renan Nunes (100kg/RS), Alex Aguiar (100kg/SP), Daniel Hernandes (SP/+100kg), Rafael Silva (+100kg/SP), Walter Santos (+100kg/RS), Leandro Gonçalves (+100kg/SP), Sarah Menezes (48kg/PI), Taciana Lima (48kg/RS), Nathália Brígida (48kg/MG), Daniela Polzin (48kg/RJ), Érika Miranda (52kg/MG), Eleudis Valentin (52kg/SP), Andressa Fernandes (52kg/SP), Milena Mendes (52kg/SP), Rafaela Silva (57kg/RJ), Ketleyn Quadros (57kg/MG), Mariana Barros (57kg/SP), Flávia Rodrigues (57kg/SP), Mariana Silva (63kg/SP), Katherine Campos (63kg/RJ), Camila Minakawa (63kg/SP), Manoela Braga (63kg/RS), Maria Portela (70kg/RS), Natália Bordginon (70kg/RS), Nádia Merli (70kg/SP), Gláucia Lima (70kg/SP), Mayra Aguiar (78kg/RS), Samantha Soares (78kg/SP), Deborah Almeida (78kg/RJ), Rosangela Moraes (78kg/SC), Maria Suellen (+78kg/SP), Cláudirene César (+78kg/SP), Rochele Nunes (+78kg/RS) e Aline Puglia (+78kg/SP).



Em 2010, a seleção ficou na terceira colocação no quadro geral de medalhas do Grand Slam do Rio de Janeiro, com um ouro, duas pratas e dois bronzes. O ouro foi conquistado por Hugo Pessanha, na categoria até 90kg. As demais medalhas foram de Maria Suellen (prata/+78kg), Leandro Guilheiro (bronze/81kg), Flávio Canto (bronze/81kg), Mayra Aguiar (bronze/78kg) e Mariana Silva (bronze/63kg).


Medalha de prata em 2009 e de bronze em 2010, o medalhista olímpico Leandro Guilheiro (81kg) espera manter a tradição de subir no pódio do Grand Slam do Rio.



"Estou fazendo uma preparação voltada para o Grand Slam do Rio, que, ao lado do Mundial de Paris, é, para mim, a principal competição da temporada. Espero manter a regularidade e, se ganhar novamente uma medalha, será excelente", diz Leandro Guilheiro, que além das três medalhas no Grand Slam do Rio, já subiu no pódio nos grand slams de Paris e Tóquio.



Para o judoca, o fato de o Grand Slam do Rio estar entre os eventos que mais pontos no Circuito, faz a competição ficar ainda mais dura nesta reta final de classificação para as Olimpíadas de Londres 2012.



"Todo mundo que almeja ir às Olimpíadas vai encontrar competições duras pela frente. E o Grand Slam do Rio não será diferente", afirma.





Fonte: confederação brasileira de judô.

CBJ contará com time de estrategismo

 
 
O departamento de estrategismo da Confederação Brasileira de Judô cresceu. Nesta quarta-feira, na sede da entidade no Rio de Janeiro, o coordenador Leonardo Mataruna fez uma reunião com uma equipe de seis profissionais que terão a missão de integrar de integrar o setor já no Grand Slam do Rio de Janeiro, daqui a 30 dias.

Criado no ciclo olímpico para os Jogos de Pequim 2008, o departamento de estrategismo trabalha com o foco no presente e no futuro. A meta principal são as Olimpíadas do Rio de Janeiro 2016.

"Este grupo de apoio é fundamental para a sequência do trabalho do estrategismo da CBJ e é muito comum em outros países. O Japão, por exemplo, conta com uma equipe de 18 pessoas. Somente assim é possível analisar de maneira adequada as imagens e estatísticas. A ideia, agora, é trabalhar cada vez mais dentro da especificidade do gesto motor", diz Mataruna.

O trabalho de estrategismo também será direcionado para os técnicos da seleção saberem como orientar o atleta com relação a arbitragem.

"Concluímos que assim como no futebol, alguns árbitros de judô dão mais punições que outros. Esta análise do perfil da arbitragem é importante para a estratégia montada para cada luta", explica.

Este grupo de apoio do estrategismo, formado por voluntários faixas pretas em judô e pós-graduados, deve estar totalmente capacitado em um ano. A meta é o Campeonato Mundial de 2013.

"É natural este crescimento do departamento de estrategismo. Somente um time de profissionais que entenda de judô pode ser capaz de analisar todo este material que produzimos", conta.

Considerado um dos quatro departamentos de estrategismos mais organizados do mundo, o trabalho de Leonardo Mataruna virou referência nas Américas.

"Além disto, vamos tentar também um intercâmbio com a África. Eles precisam da gestão do conhecimento e nós das imagens, que são bastante raras", afirma.

Com mais de 200 terabites, ou seja, 200 mil gigabites, de informações em centenas de hds externos, o futuro promete menos peso, armazenamento e mais interatividade.

"O futuro está na análise em 3D e com mais interatividade. Estamos preparando um banco de dados com mais de 420 judocas para as Olimpíadas de 2012, mapeando todos os possíveis atletas que estarão nos Jogos, com um perfil de cada um deles, para poder repassar para os atletas brasileiros quando eles mais precisarem. Foram adquiridos novos equipamentos e esta equipe terá um teste real já neste Grand Slam do Rio", diz.



Fonte: confederação brasileira de judô.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Horários dos treinamentos das equipes sub 17, sub 20 e sênior da 1ªDJUP.

 Os treinamentos das equipes sub 17, sub 20 e sênior da  1ªDJUP serão iniciados essa semanana dia 17 e acontecerão no dojo do colégio nossa senhora auxiliadora com o professor Ivanildo Júnior nas terças e quintas feiras apartir das 18:30, e nas quartas feiras apartir das 19:00 no dojo da academia samurai com o professor carlos Roberto. Informações com o professor carlos pelo email carlosroberto123@oi.com.br

CBJ recebe treinamento do SICONV

 
 
 

Os profissionais da área de administração e projetos da Confederação Brasileira de Judô participaram de um treinamento do sistema de convênios - SICONV, com as analistas de convênios do Escritório de Gerenciamento de Projetos do Governo do Rio de Janeiro, Carla Nóbrega e Jamila Hafemann.

Esta foi a primeira vez que uma confederação esportiva do Brasil recebe este tipo de treinamento.

Vídeos da conquista da medalha de bronze na Copa do Mundo por Equipes

 
 

Não faltou emoção para os torcedores brasileiros na conquista da medalha de bronze da seleção na Copa do Mundo por Equipes de Judô, realizada no sábado, em Salvador. A equipe brasileira perdia para a Coréia do Sul por 2 a 0 e, numa virada, ficou com a terceira colocação no torneio. Cuba ficou com o ouro, enquanto o Japão foi prata. A Copa do Mundo por Equipes 2011 reuniu sete países.

Confira abaixo vídeos da transmissão do SporTV de cada uma das lutas.

73kg




81kg




90kg



+90kg



66kg




Resultados e chaves completas do Brasileiro Sub 17


 
 

Confira os resultados completos do Campeonato Brasileiro Sub 17, realizado neste fim de semana em Recife (PE). Abaixo pode ser feito o download de arquivos em PDF com as chaves completas da competição.

 
SUB- 17 - FEM // SUPER-LIGEIRO, -40KG
1º. TAWANY SILVA SP
2º. ANGÉLICA CARVALHO DF
3º. RITA REIS AM
3º. RAFAELLA CONTE RS
5º. THAYS KARLA PE
5º. KAMILE DIAS PA


 
SUB- 17 - FEM // LIGEIRO, -44KG
1º. NATALIA MERCADANTE SP
2º. IANKA ROCHA RJ
3º. PAULA NUNES PR
3º. CAROLYNE HERNANDES RS
5º. LAIS LESSA AL
5º. FERNANDA MAUÉS AP


 
SUB- 17 - FEM // MEIO-LEVE, -48KG
1º. MARIA GONÇALVES RJ
2º. LILIA SANTOS AP
3º. FERNANDES GOMES MS
3º. ANDREA ROCHA RS
5º. RAQUEL LAURINDO SP
5º. AMANDA LIMA DF


 
SUB- 17 - FEM // LEVE, -52KG
1º. ADRIELE SENA SP
2º. TAYNARA CARVALHO RJ
3º. ANA PRATES MS
3º. FERNANDA FREITAS PE
5º. RICELE WESPHAL RO
5º. GISELE CHAVES AP


 
SUB- 17 - FEM // MEIO-MÉDIO, -57KG
1º. DIANA FREITAS DF
2º. JAIMIMA DANIELA PE
3º. KARINE COUTO RJ
3º. ERIKA FERREIRA CE
5º. MARIANA BRAGA RS
5º. BARBARA RIBEIRO SP


 
SUB- 17 - FEM // MÉDIO, -63KG
1º. VIVANE DONOMAI PR
2º. MARIANA VEIGA MS
3º. ISABELLY SANTOS PB
3º. VASILKA ESPINOSA AM
5º. MUNIQUE HADZIC SP
5º. ADANNARY NASCIMENTO PI


 
SUB- 17 - FEM // MEIO-PESADO, -70KG
1º. AINE SCHMIDT SP
2º. ISADORA PEREIRA DF
3º. THAINA PAIVA RJ
3º. CAMILA ZEFERINO RS
5º. MARIA SOUSA CE
5º. AMANDA BATISTA PR



SUB- 17 - FEM // PESADO, +70KG
1º. PAMELLA SOUZA SP
2º. ROBERTA MOTA PB
3º. STEFANIE MIRANDA RJ
3º. BRENDA MARIA PE
5º. NOEMY MONTEIRO DF
5º. BRUNA FREITAS SC


SUB- 17 - MASC // SUPER-LIGEIRO, -50KG
1º. FELIPE ALMEIDA RJ
2º. JÚLIO VILHENA AP
3º. MARCELO BRAGA RS
3º. DIEGO ROCHA SP
5º. SILVIO RODRIGUES PA
5º. OCTAVIO EUDOCIACK MS


SUB- 17 - MASC // LIGEIRO, -55KG
1º. EDUARDO EUDOCIACK MS
2º. JOSÉ SOUZA ES
3º. GIOVANI GOES RS
3º. CELSO CONCEIÇÃO RJ
5º. EDU RAMOS SE
5º. BRUNO LOVERDOS SP

SUB- 17 - MASC // MEIO-LEVE, -60KG
1º. BRUNO MARTINS RJ
2º. VINICIUS SANTOS MS
3º. FERNANDO RAMOS MG
3º. MARLON MARTINS RS
5º. JULLYAN FERREIRA PR
5º. MATEUS PEGORER DF


 
SUB- 17 - MASC // LEVE, -66KG
1º. LUIZ BARETTA FILHO SP
2º. WILLIAN PEREIRA SC
3º. LUIS RIBEIRO MG
3º. PEDRO DIAS RS
5º. EDY ARAÚJO AM
5º. LUCAS BARBOSA RN


SUB- 17 - MASC // MEIO-MÉDIO, -73KG
1º. GABRIEL LUCENA DF
2º. JOAO ROMEIRO PI
3º. ICARO COSTA RJ
3º. JOSÉ BASILE SP
5º. LUIZ JUNIOR PA
5º. RUAN BARROS MT

SUB- 17 - MASC // MÉDIO, -81KG
1º. GABRIEL OLIVEIRA SP
2º. LUIS CARVALHO BA
3º. GABRIEL ROCHA AL
3º. EDUARDO OLIVEIRA SC
5º. STAEL TORRES PI
5º. JONATHAN GARDINI PR


SUB- 17 - MASC // MEIO-PESADO, -90KG
1º. MATEUS LIBERATO SP
2º. JOSÉ JÚNIOR ES
3º. CAIKE ABREU MS
3º. BRUNO OGATA PR
5º. CARLOS CAMPOS GO
5º. IAGO SALDANHA RJ



 
Arquivos Relacionados
P70.pdf
70.pdf
p90.pdf
90.pdf
81.pdf
63.pdf
73.pdf
57.pdf
60.pdf
55.pdf
50.pdf
44.pdf
40.pdf
52.pdf
48.pdf
66.pdf

BRASIL É BRONZE NA COPA DO MUNDO POR EQUIPES


A seleção brasileira de judô conquistou na noite deste sábado (14), em Salvador, na Bahia, a medalha de bronze da Copa do Mundo por Equipes de Judô. O Brasil bateu na disputa do terceiro lugar a Coréia do Sul, de virada, por 3 a 2. As vitórias brasileiras foram de Charles Chibana (66kg), Hugo Pessanha (90kg) e Rafael Silva (+90kg). Cuba ficou com o ouro ao bater o Japão na decisão por 3 a 2.

A Copa do Mundo por Equipes de 2011 foi uma prévia do Campeonato Mundial por Equipes 2012, que acontecerá também em Salvador, em outubro do próximo ano.

Mais informações no site da Brazil Judo World Tour http://www.bjwt.com.br/









sábado, 7 de maio de 2011

Leandro Guilheiro é bronze no GP de Baku.

       

 
 

O medalhista olímpico Leandro Guilheiro conquistou neste sábado, no Azerbaijão, a medalha de bronze no Grand Prix de Baku, etapa do Circuito Mundial da Federação Internacional de Judô. Com o resultado, Guilheiro soma mais 80 pontos no ranking olímpico e mundial da modalidade. O brasileiro ocupa a segunda colocação na lista. Os 22 mais bem colocados garante vaga nas Olimpíadas de Londres 2012.

Para ficar com a medalha de bronze, Leandro Guilheiro venceu na estreia Aleksandr Marmeljuk, da Estônia, por ippon. No segundo combate, outro ippon, desta vez sobre Antoine Valois-Fortier, do Canadá. Nas quartas-de-final, ippon em Sergiu Toma, da Moldávia. Na semifinal, o brasileiro foi derrotado por Elkhan Rajabli, do Azerbaijão, por wazari.

Na categoria até 73kg, Moacir Mendes Jr ficou na quinta colocação.




Site da Brazil Judo World Tour 2011 no ar.

 

A Copa do Mundo por Equipes de Salvador, que acontece de 11 a 14 de maio, abre o calendário da Brazil Judo World Tour 2011, circuito de eventos internacionais de alto nível que acontecem no país. A partir desta sexta-feira (6), o internauta já pode acessar o hotsite e ter informações como calendário dos eventos da BJWT 2011.

No site existem informações como programação do evento na TV, credenciamento de jornalistas, notícias e galeria de imagens.

Fazem parte da BJWT a Copa do Mundo por Equipes de Salvador, o Grand Slam do Rio de Janeiro e a Copa do Mundo de São Paulo.

Para acessar, é só clicar no endereço
www.bjwt.com.br